3.9.15

EAC | empty clothing co. & Raphael Langowski

Mickey Bernardoni esteve no atelier do colaborador Raphael Langowski, membro da linha EAC - empty's artist collective - para gravação de um short film que mostra a mais nova série de quadros desse artista, inspirados na conexão entre corpo, mente e alma. Após os trabalhos, sobrou tempo ainda para uma rápida jam session de saideira. Confira as fotos desse dia e o vídeo produzido abaixo.













CRÉDITOS:
Música: Anderson Kuehne | Guilherme Matias | Michelangelo Bernardoni 
Imagem/Edição: Michelangelo Bernardoni

26.8.15

EAC CONTEST ELECTION DAY

Primeiramente, gostaríamos de agradecer a todos vocês participantes do nosso primeiro Concurso de Arte: EAC CONTEST DAY. Muito obrigado por nos enviarem suas artes e compartilharem conosco as suas diferentes visões artísticas. Infelizmente, como segue a regra, tivemos que reduzir para apenas 5 finalistas. E não foi nada fácil! Muitos que gostamos ficaram de lado, e foi com a ajuda dos artistas da EAC, que os favoritos foram escolhidos. Portanto, a partir de agora, estaremos publicando 5 artes em sequência. Cada um representa um dos finalistas e deixaremos para vocês a decisão final de qual estampa irá desfilar por aqui. Boa sorte e votem na sua predileta! Sexta-feira divulgaremos o vencedor ou vencedora, que será a foto mais curtida!




Clique nas imagens abaixo para votar e escolher o(a) vencedor(a).







17.8.15

MISSÃO HAITI

Aonde estão as doações, os recursos levantados para reconstrução do país, a comida para as crianças que vivem nos orfanatos? Aonde foram parar as cores da alegria? Tudo o que se vê é branco, preto e cinza. Muito cinza. Essas são as cores predominantes no Haiti, um país em estado de "caos", uma ilha conhecida por todo o mundo, e ao mesmo tempo esquecida pelo mesmo.




Aos 28 anos, Felipe Guimarães, que já foi nosso representante no Estado do Paraná e hoje é Gerente da nossa loja de Balneário Camboriú, teve o privilegio de acompanhar uma missão de solidariedade no Haiti. Durante 25 dias, ele e a equipe lembraram aos haitianos que existem cores no mundo e que existe ainda esperança para eles.




"Através da arte tivemos acesso a orfanatos, centros culturais, escolas e comunidades, lugares esses, onde pudemos vivenciar o dia a dia de um haitiano. É incrível como a arte abre portas e sorrisos, sempre que chegávamos a esses locais. A primeira coisa que víamos eram crianças com um olhar triste e distante, mas era só mostrar as latas de tinta e pinceis, que aqueles olhares se transformavam, o olhar distante era trocado por abraços, beijos e muita risada."











"Durante a minha estadia, conheci um pequeno garoto, de apenas 8 anos de idade, que já havia perdido o seu pai. Quando o perguntei de seu nome, fui surpreendido, ele se chama "Wecanlove". Isso mesmo, "We-Can-Love" ( Nós Podemos Amar ). Me contaram que o pai não sabia o que significava o nome, mas gostou tanto do som das palavras que resolveu nomear deste o seu filho."












"A arte é um pedaço de amor e ela definitivamente expressa aqueles sentimentos que não conseguimos traduzir em palavras. Me sinto abençoado de ter feito parte dessa equipe "Colorindo o Haiti". E essa viagem me ensinou como simples e pequenos atos podem transformar uma realidade tão difícil. Então eu digo a vocês: sim, we can love!"




11.8.15

CONCURSO DIA NACIONAL DAS ARTES | #EACCONTESTDAY



empty clothing co. apresenta
CONCURSO #EACCONTESTDAY
UMA HOMENAGEM AO DIA NACIONAL DAS ARTES


Queridos artistas! Nós aqui na empty clothingo co. juntamente com os colaboradores da Série EAC - empty's artist collective - resolvemos criar um concurso para homenagear o Dia Nacional das Artes. A competição se resume nos participantes enviarem os seus trabalhos, as suas artes, que gostariam de ver estampadas por aqui. E no final do processo, um felizardo será escolhido para ter a sua criação em nossas peças ao lado dos grandes artistas, que já fazem parte desse seleto grupo, e ainda ser pago por isso.  

Para participar é simples, basta seguir as instruções abaixo:
  1. Siga @emptyclothingco no Instagram;
  2. Publique a sua foto no instagram e marque-a com #eaccontestday;
Pronto! Você já estará participando automaticamente e a sua foto publicada será mostrada em nossa galeria! Mas fique atento aos seguintes detalhes e termos de participação:
  • Esse concurso é voltado para artistas plásticos, pintores, ilustradores, designers, ou àqueles que produzem/trabalham com arte;
  • A obra pode ser em qualquer material (tinta, lápis, caneta, spray) desde que seja coerente para a sua finalidade (estampa);
  • O participante deverá possuir a obra original ou o arquivo em alta (300 Dpi);
  • A sua conta no instagram deverá estar desbloqueada para que possamos rastrear a hashtag;
  • Os finalistas receberão brindes;
  • O vencedor terá sua arte estampada em uma de nossas coleções EAC e ainda receberá uma percentagem nas vendas de sua obra;

12/08/2015
Data inicial

24/08/2015
Seleção dos 5 finalistas pelos olhares dos artistas da Série EAC
Raphael Langowski, Nandinho Ziliotto, Augustin de Lassus, Mau Domingues

31/08/2015
Vencedor final através de voto popular
Publicaremos as 5 artes escolhidas em nosso instagram e a mais curtida será a vencedora

CECIL

Dr. Joares May, colaborador da nossa série ecológica - ecco. - foi recentemente entrevistado, aonde falou um pouco sobre o caso do leão Cecil, sua importância e os efeitos de sua morte no mundo todo. (Texto: jinews)


A conservação de grandes felinos teve novas atenções no mundo todo. Tudo devido à morte de um animal. Não estou falando de um simples leão, mas o embaixador dos leões no Zimbábue, Cecil. Em maio de 2008, no Parque Nacional de Hwange dois leões adultos de 5 anos foram capturados e equipados com um rádio colar de monitoramento, por um grupo de pesquisadores liderados por David Macdonald e Andy Loveridge da universidade de Oxford da Inglaterra, em parceria com instituições do Zimbábue e internacionais. Um deles era Cecil.


Os projetos de conservação de leões na África lutam há anos pela conservação destes grandes felinos, como este projeto no Parque Hwange que iniciou em 1999. Lá, estes animais sempre foram tratados como feras a serem temidas por atacarem o gado ou mesmo humanos, tanto que em algumas tribos o ritual de passagem do jovem para a vida adulta ocorre por meio da morte de um leão pela a lança do novo guerreio. Lacunas de conhecimento sempre foram obstáculos para os biólogos entenderem o comportamento destes animais. Técnicas para acompanhar os leões foram desenvolvias ao longo dos anos, porém o monitoramento 24 horas parecia impossível. Nos últimos anos o desenvolvimento de colares permitiu este monitoramento. Os colares nada mais são que coleiras equipadas com um GPS e uma bateria, que registram as coordenadas das localizações dos animais várias vezes ao dia e que é enviada a um satélite. A informação é rapidamente processada e encaminhada ao computador do pesquisador para análise.

Cecil era um animal monitorado desde 2008. Quando foi capturado os pesquisadores não o conheciam. Com seus 5 anos de vida na época, era um animal errante e não possuía um bando. Andava na região a procura de fêmeas para se acasalar. No final de 2008, tomou o grupo de um leão mais velho com a ajuda de seu irmão. Eles tiveram as suas proles, protegeram o bando e em junho de 2009 o irmão de Cecil foi morto nas fronteiras do parque. Logo em seguida ele foi expulso de seu bando por 3 jovens leões que formavam uma coalizão de irmãos, e saiu novamente a procura de fêmeas. Cecil teve um novo bando por 3 anos. 

Em 2013, quando dois irmãos da coalizão que expulsou Cecil, foram mortos por caçadores na região e sobrou Jericho. O improvável aconteceu quando os dois leões antes inimigos formaram se uniram. Como eram 2 machos adultos protegendo um grupo de fêmeas, esta aliança forte permitiu que os animais apresentassem um comportamento mais tranquilo também quanto a presença dos carros de pesquisadores. O estudo da coalizão de leões não irmãos, que foram inimigos e depois parceiros na liderança do grupo, permitiu conhecer alguns segredos destes animais.

Ao longo do tempo e com regras rígidas de conduta, carros do parque e de empresas de turismo da região eram levados até o Parque Hwange para conhecer o bando de leoas e filhotes de Cecil. Pela sua aparência majestosa, ele sempre se destacava no meio do grupo. Cinegrafistas e fotógrafos do mundo todo foram lá para registrar o grupo de Cecil. Com fotos em revistas de natureza e documentários que eram exibidos em canais de televisão, cada vez mais turistas foram ver estes animais de perto. Pessoas se amontoavam nas traseiras de carros de observação, com o sol africano ao máximo e tinham a oportunidade de ver com os próprios olhos o mesmo leão que eles viram em programas de televisão ou em matérias de revistas.



O grande conflito que existe na África, assim como ocorre no Brasil em relação à onça-pintada, refere a morte de criações domésticas e principalmente o gado por grandes felinos. Quando o projeto cumpriu sua tarefa de observar os animais e aprender sobre a biologia destes sem interferir, ele viabilizou o turismo ecológico. A técnica de aproximação com carros e monitoramento dos avistamentos é bastante utilizada na África, porém na região do Parque de Hwange tudo começou com o projeto de leões. E Cecil era a grande estrela. Ele significava turismo, que é a grande injeção de dinheiro na região, servindo de compensação às perdas econômicas geradas aos produtores rurais, forma de emprego para a população que trabalha nos hotéis, transporte de turistas, guias locais, restaurantes e comércio.

Tudo isto foi sacudido pela necessidade de uma pessoa em atirar uma flecha no animal. Cecil foi atraído por guias locais, pessoas que conheciam a região, até uma fazenda fora da área do parque. O leão foi abatido e transformado em troféu. Milhares de turistas tinham o seu troféu em câmeras fotográficas, filmadoras e celulares, mas agora o cidadão teria a sua cabeça na parede, ou seu tapete no chão da sala, ou queimaria o animal para destruir as provas do crime.

O projeto de conservação de leões no Parque Nacional de Hwange continua, assim como outros projetos pelo mundo. Um deles é o Projeto Onçafari no Refúgio Ecológico Caiman no estado no Mato Grosso do Sul. O onçafari captura onças para o monitoramento com colares de GPS, habitua os animais ao carro com as mesmas técnicas utilizadas na África e atua diretamente no conflito entre as onças e os pecuaristas.

Joares May Júnior é médico veterinário especialista em doenças de animais de vida livre. Trabalha com captura e monitoramento de carnívoros há onze anos, no Brasil e no exterior. Professor de animais selvagens no curso de Veterinária da Unisul, veterinário responsável pelo projeto Onçafari no Pantanal, onde trabalha com conservação e ecoturismo de onça-pintada.



Texto: Assessoria de imprensa jinews
Fotos: Divulgação

5.8.15

GRAVATATION

Em abril desse ano participávamos do Festival Gravatation, juntamente com o nosso colaborador e um dos organizadores do evento, Rafael Bridi. O evento foi o primeiro festival de highline do Brasil e teve como objetivo a intensa interação social entre a comunidade e o compartilhamento do conhecimento da modalidade entre todos. Hoje, mostramos as primeiras imagens divulgadas que representam um marco para esse esporte.
* Rafael Bridi é colaborador da série Free Your Mind com uma linha de roupas temáticas de highline.




Editor: Rodrigo Ferrari
Câmera Bruno Graciano